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Ícone do doom metal, My Dying Bride faz 1º show de sua história em São Paulo

  • Foto do escritor: Maria Correia
    Maria Correia
  • 20 de jul.
  • 2 min de leitura
Crédito: Divulgação

Treze anos depois do show realizado no Teatro Rival, no Rio de Janeiro, o My Dying Bride retorna ao Brasil para sua apresentação da história em São Paulo, no dia 29 de novembro, no Fabrique Club, com Mikko Kotamäki (Swallow The Sun) nos vocais. A realização é da Firebird Industries, Matrix Entertainment e Kool Metal Fest.



Formado em Bradford, no norte da Inglaterra, em 1990, o My Dying Bride está entre as bandas que estabeleceram os fundamentos do death-doom britânico. Ao lado de Paradise Lost e Anathema (da primeira fase), integrou o núcleo conhecido como a Trindade do Doom Metal, responsável por aproximar a brutalidade do death metal de andamentos fúnebres, melodias góticas, violinos e uma carga dramática que influenciou gerações posteriores.


Álbuns como Turn Loose the Swans e The Angel and the Dark River permanecem entre as obras referenciais do gênero, de todos os tempos.


O repertório da apresentação no Brasil em novembro preserva uma discografia construída ao longo de mais de três décadas, impulsionado por A Mortal Binding, o trabalho de estúdio mais recente.


A Mortal Binding

O show de novembro acontece após o lançamento de A Mortal Binding, disco de abril de 2024 que permanece como o trabalho de estúdio mais recente do My Dying Bride.


Produzido por Mark Mynett e lançado pela Nuclear Blast, o álbum recupera a vertente mais áspera do death-doom britânico, com guitarras densas, andamento arrastado, alternância entre vocais limpos e guturais e o violino novamente em posição central. Faixas como “Her Dominion”, “Thornwyck Hymn”, “The 2nd of Three Bells”, “The Apocalyptist” e “Crushed Embers” aproximam a banda da sonoridade de seus primeiros anos.


A recepção foi positiva, especialmente entre publicações históricas do metal. A edição alemã da Metal Hammer destacou o retorno às raízes, a construção dos arranjos e a carga emocional das composições. Já a edição britânica da Metal Hammer ressaltou a força com que o My Dying Bride preserva sua melancolia característica.


A Mortal Binding também ganhou um significado particular dentro da discografia por ter sido o último álbum gravado com Aaron Stainthorpe, vocalista e cofundador que deixou oficialmente a banda em outubro de 2025.



SERVIÇO

My Dying Bride em São Paulo

Data: 29 de novembro de 2026

Horário: 17h (abertura da casa)

Local: Fabrique Club

Endereço: rua Barra Funda, 1071, bairro Barra Funda, São Paulo/SP


Fonte: Tedesco Comunicação & Mídia

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