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“Sai da Nóia”: Gastação Infinita e Naimaculada transformam o excesso de pensamentos em single

  • Foto do escritor: Maria Correia
    Maria Correia
  • há 4 horas
  • 2 min de leitura
Gastação Infinita // Foto: Divulgação

As bandas Gastação Infinita e Naimaculada lançaram nesta sexta-feira (13) o single “Sai da Nóia”, assinado por Indio Rock Selo. O registro reúne integrantes dos dois grupos em uma colaboração que surgiu a partir do contato entre os músicos na cena independente.


Segundo Iago Tartaglia, vocalista da Gastação Infinita, o single aborda a experiência de lidar com o excesso de pensamentos e como esse processo pode gerar confusão e dispersão, levando a reflexões que se afastam do foco inicial. “Musicalmente, a faixa vai em direção à sonoridade do punk, indie e garage rock, com uma sonoridade mais contemporânea, como por exemplo King Gizzard, Strokes, Daughters e Os Fonsecas”.


“Sai da Nóia” foi produzida por Davi Indio, que também conduziu as etapas técnicas da gravação. “Ele quem animou tudo desde o começo, se não fosse por ele, provavelmente não iríamos gravar essa música tão cedo. Além da iniciativa, Davi fez toda a parte de captação, edição, mix e master”, conta Iago.


Ouça “Sai da Nóia” no seu tocador preferido:


Formada em 2018 em Itaquari (ES), a partir de encontros informais entre amigos que se reuniam para improvisar e tocar juntos, a Gastação Infinita atualmente é composta por Hecthor Murilo (baixo), Iago Tartaglia (guitarra, sopros e voz), Mateus Tavares (bateria), Vitor Gomes (guitarra) e Pedro Otavio (teclados). “Misturamos rock alternativo com música brasileira regional”, revela Iago.


Já a Naimaculada surgiu em São Paulo em 2022, consolidando sua formação no ano seguinte com Ricardo Paes (voz), Samuel Xavier (guitarra), Lule Viegas (baixo), Pietro Benedan (bateria) e Gabriel “Frodo” Gadelha (saxofone e flauta). A banda, que conta ainda com as participações de Lukas Pessoa (teclados) e Iago Tartaglia (saxofone e flauta), se relaciona com uma cena ligada à psicodelia e ao rock progressivo e conecta suas composições ao contexto contemporâneo.


Naimaculada // Foto: Divulgação

Para Lule, é como “uma resposta artística sobre o período temporal que estamos vivendo, a era da (des)informação misturada com o caos urbano”. “O período ‘Pós-Pandêmico’ para nós é um sentimento, que é por muitas vezes, é caótico e impactante, como também, reflexivo e contemplativo”, reflete o baixista.


Fonte: Farol Music

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