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Russell Allen diz que novo disco pode “ser o melhor” e turnê de 30 anos do Symphony X terá raridades

  • Foto do escritor: Maria Correia
    Maria Correia
  • há 3 horas
  • 2 min de leitura

O Symphony X retorna à América Latina em março de 2026 para celebrar 30 anos de carreira, em uma turnê que combina clima de retrospectiva e olhar para o futuro. Em entrevista para o jornalista Thiago Rahal Mauro, da Top Link Music, Russell Allen destacou a conexão da banda com o público brasileiro, comentou os desafios de montar um repertório que represente toda a trajetória e ainda antecipou expectativas altas para o próximo capítulo do grupo. “Esse novo álbum que a gente está fazendo pode ser melhor que todos os nossos últimos álbuns”, disse, ao falar do disco inédito do Symphony X.


O vocalista também ressaltou a relação de longa data com a produtora e com Paulo Baron, lembrando a história construída ao longo dos anos e o simbolismo de celebrar o marco de três décadas com uma nova passagem pelo continente. Mesmo citando dificuldades de logística e viagens longas após a pandemia, Allen reforçou que a experiência compensa assim que a banda sobe ao palco. Para ele, a resposta do público sul americano segue como um diferencial. “É um dos poucos lugares na Terra onde você faz um show e eu nem preciso cantar muita coisa, porque todo mundo canta tudo”, afirmou.


Ao falar do setlist, Russell explicou que a escolha de músicas envolve limitações técnicas e demanda planejamento. Mudanças de guitarra, programações de equipamento e o formato de estrada reduzem a margem para alterações espontâneas, mas a proposta para a turnê de 30 anos é ambiciosa. “A parte difícil é tentar cobrir todos os álbuns. Vou tirar do baú algumas músicas antigas que a gente não toca há muito, muito tempo”, disse. A ideia, segundo ele, é equilibrar faixas raras com músicas essenciais que o público espera ouvir, mantendo o impacto ao vivo característico do Symphony X e reforçando a identidade híbrida entre metal e prog que consagrou a banda.


Russell também comentou a importância das letras e como a banda passou a priorizar mensagens mais diretas e acessíveis, sem abrir mão da profundidade. Para ele, a complexidade musical pode conviver com uma escrita que conecte diferentes tipos de ouvintes, incluindo quem não acompanha detalhadamente as histórias por trás de cada álbum. “Eu quero que o inglês seja simples, mas profundo. Não deveria ser um desafio tão grande ouvir uma música do Symphony X e saber do que ela trata”, explicou.


Com datas confirmadas no México, Chile, Argentina, Uruguai, Brasil, Colômbia e Costa Rica, o Symphony X celebra o passado, revisita diferentes fases do catálogo e aponta para o futuro, com a promessa de um novo álbum no horizonte e o reencontro com um público que, nas palavras do vocalista, transforma cada refrão em coro.



Serviço - SYMPHONY X 2026:

11/03  Guadalajara  C4 Stage:


12/03  Monterrey  Nanda’s:


13/03  Mexico City  Foro Velódromo:


15/03  Santiago  Teleton:


17/03  Buenos Aires  Teatro Flores:


18/03  Montevideo  Montevideo Music Box:


20/03  São Paulo  Tokio Marine Hall:


21/03  Curitiba  Tork N Roll:


22/03  Rio de Janeiro  Sacadura 154:


25/03  Bogotá  Royal Center:


27/03  San José  Pepper Club:


Mais informações:

Instagram: @toplinkmusic


Fonte: Top Link Press

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